Oi Kundra na noite subida, espetada em fundo. Nas tuas planificações de híbrida alongas os espantos das horas e dos pontos anunciantes, os da espiral em ondas de mar e sonho. Nos tormentos suícidas dos anjos cantantes na contra-lua a matéria se infinda pelo vasto olhar dos Lapónios marantes. Amealhados cantantes das brumas fecundas pelo olhar moreno. Oi Kundra nas guitarras famintas e cartias nas esperas, nos fundos, no min.
Live recorded at Le Placard - Sèvres Vision Sonique 2010
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