A Stranger Paradise

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Bórgia Ginz

Ansiamos a instituição da livre circulação e transmissão de objectos da criação intelectual abstracta. O Homem não é; o Homem é uma potência do que pode vir a ser. E nós ambicionamos o Homem-outro. Nós não nos baseamos nas velhas teorias. Nós não nos baseamos em nada. Construimos realidade. A nossa.

astrangerparadise.com

 

Joséphine Muller

De jour en jour le besoin s'impose d'avantage. Il ne se prête plus guère à une considération détachée. La stylistique appliquée n'est pas l'observation du réel.

astrangerparadise.com/josephinemuller

 

Ian Linter

Non musika Excentrica IN! For electronikal renoise Key. Submit Random Science & reduction. Overflow cast Numar is for Den emon exp & la mort pour Vitas body convolution.

astrangerparadise.com/ianlinter

 

Juca Pimentel

Eu olho para Ti, e tenho medo, minha querida… Eu vejo-Te despida num sonho purpúreo e diabólico, e sinto nojo… e sinto vontade de vomitar, meu amor….

omnicorn.com/jp

Radio schedule

Tue Nov 19 @15:00 - 05:00pm
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Wed Nov 20 @15:00 - 05:00pm
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Thu Nov 21 @15:00 - 05:00pm
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Thu Nov 21 @20:00 - 08:59pm
O coleccionador de sons

Fri Nov 22 @15:00 - 05:00pm
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offb019 Out Level - From the field - A Stranger Paradise
offb026 Alex Kimball & Ian Linter - Kathedrikos Maschine - A Stranger Paradise

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     - Acreditas na beleza?
     - Acredito na minha beleza, e na dos filhos que terei mais tarde.
     - És muito narcisista.
     - Não! Sou apenas uma mulher deste século, alguém que deixou de acreditar em qualquer coisa que não ela própria. Aliás… como toda a gente que conheço. Eu só te digo as coisas desta maneira para te fazer ver as coisas como elas são hoje em dia. Se perguntasses a uma Antonieta ou a um Jeraldino qualquer, eles responderiam invariavelmente da mesma forma: eu, mim, minha… Se não fosse assim, as pessoas amar-se-iam todas, e isso seria insuportável, um verdadeiro suplício.
De facto, as forças produtivas, por si só, não conseguem determinar a sua necessidade. Isto é, a sua necessidade será apenas valorativa sob o ponto de vista da sua orientação, do objecto final da sua actividade, e não como dogma assumido no seio da inércia: um operário é, logo existe. A ser assim, será satisfeita apenas a necessidade dos orientadores das forças produtivas, dos detentores únicos do capital. Toda a sociedade ocidental se encontra ainda no interior escondido da caverna intelectual. E isso passa-se no tremendo desconhecimento do mito provocador do sonho.
A mere journey through time, the great work of anachronistic alchemists, the apiary of a network of precognitifs, the magnetic murmur of a quantum flaw, a vortex of antimatter annihilating all listeners' dogmas, a dream above the Earth passing through the Unconscious, a psychotropic meditation resetting the consciousness...
KHEOSTATIC -Improvisation composée en trois actes, autour de la magnificence de l'Homme, ses origines et sa perception exponentielle. Joséphine Muller : Ian Linter (ordinateur x2, sampleur, guitare électrique, guitare acoustique, basse électrique, percurssions, Casio SA-5, K7, radio transistors, objets)
KHEOSTATIC is an improvised play with a total duration of about three hours trying in an encyclopaedic way to make a sound transcription of several elements which constitute the human reality, in its language, intellectuality and action. In this third and final act is completed the cycle initiated in Universal Transfusion. Abyssal Force is the color of Love number twelve, and power itself in the maximum material and metaphysical expansion. The three parts of KHEOSTATIC were live recorded at La Société de Curiosités, Paris.

KHEOSTATIC is an improvised play with a total duration of about three hours trying in an encyclopaedic way to make a sound transcription of several elements which constitute the human reality, in its language, intellectuality and action. In this second part the sound degeneration completes a cycle semi-controlled by electronic fragments with a double precision: the chaos does not exist, the chaos is Human. The three KHEOSTATIC's parts will be live recorded at La Société de Curiosités, Paris.

KHEOSTATIC is an improvised play with a total duration of about three hours trying in an encyclopaedic way to make a sound transcription of several elements which constitute the human reality, in its language, intellectuality and action. In the first part, now published, the human perception was condensed in sound signs of the avant-garde, concrete and electroacoustic, through the recourse to an immediate and proto-metaphysical language, in narrow correlation with the possible conceptuality of the matter and its relations with the spirit. The three KHEOSTATIC's were live recorded at La Société de Curiosités, Paris.

Temos o sonho entalado no meio dos nossos dentes amarelecidos pelo tempo. Temos toda a nossa intelectualidade metafísica dispersada na imensa miserabilidade do nosso corpo, e com isso sofremos todas as atrocidades que nos fazem arredar passo de toda a “outra” humanidade. O exagero das formas passa por ser hoje em dia uma verdadeira instituição comportamental, toda de beleza feita nas faces frescas dos jovens. Mas, até quando a juventude?, sendo que ela não é um posto vitalício? Não há explicação para a “criancice”. A não ser que a palavra mais correcta seja “sacanice”.
Forte como um touro raivoso me transforma…
Garras de ave de rapina me dá…
Loucura e precisão de ourives me fornece…
Os meus olhos
perscrutam ávidamente a paisagem nocturna,
que se desenrola por detrás das sombras fugidias
do comboio atrasado…
Fusis quebrados. O homem tende a ser encaminhado pelo outro. Um lado a lado com a miséria do outro. A inversão do erro não se dá. O espírito da discussão crítica das sonoridades interiores não se dá. A transmissão acontece na periferia do nojo. Roupa suja. Mental. Variações sem sentido do amor-próprio que mata o único condensamento possível: a irrealização atómica, supra-sonho, e além túmulo. Queimaduras? Nem por isso. Colocações senis e aprofundamentos ligeiros. No assombramento da consciência única que tornada Kitsh se manda "daqui" para "mim". Anulamentos nada subtis. Periferias da zona. Um comércio das sensações básicas. Contratatempos fracos. Misérias condensadas.
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