A Stranger Paradise

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Bórgia Ginz

Ansiamos a instituição da livre circulação e transmissão de objectos da criação intelectual abstracta. O Homem não é; o Homem é uma potência do que pode vir a ser. E nós ambicionamos o Homem-outro. Nós não nos baseamos nas velhas teorias. Nós não nos baseamos em nada. Construimos realidade. A nossa.

astrangerparadise.com

 

Joséphine Muller

De jour en jour le besoin s'impose d'avantage. Il ne se prête plus guère à une considération détachée. La stylistique appliquée n'est pas l'observation du réel.

astrangerparadise.com/josephinemuller

 

Ian Linter

Non musika Excentrica IN! For electronikal renoise Key. Submit Random Science & reduction. Overflow cast Numar is for Den emon exp & la mort pour Vitas body convolution.

astrangerparadise.com/ianlinter

 

Juca Pimentel

Eu olho para Ti, e tenho medo, minha querida… Eu vejo-Te despida num sonho purpúreo e diabólico, e sinto nojo… e sinto vontade de vomitar, meu amor….

omnicorn.com/jp

Radio schedule

Sat Apr 20 @15:00 - 05:00pm
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Sun Apr 21 @15:00 - 05:00pm
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Mon Apr 22 @15:00 - 05:00pm
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Mon Apr 22 @22:00 - 11:59pm
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Tue Apr 23 @15:00 - 05:00pm
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offb008 Le Mal D'Archive - Histoires de plage - A Stranger Paradise
offb027 Tina Blue - 06 - A Stranger Paradise

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Paris, Berlim, Casablanca,
casa branca e o cão.
Um sonho
que se esfuma,
um apocalipse
que se dispersa interiormente e fora.
Sentado estava num café esperando que as horas passassem rapidamente, objectivo que quanto mais nele pensava mais fustrantemente verificava ser impossível alcançar; conversava com alguns conhecidos acerca da meteorologia e de quais seriam as previsões para os próximos dias… enfim, banalidades!
É noite.
Nada segue o passo inseguro
que esboças suavemente no ladrilho poeirento
da tua alma.
Aconchegas a súplica errante da morte.
Orquestras o animal latente
que em ti geme e vocifera:
“Hei, Maldoror! Levas aí a tua dor?”
Forte como um touro raivoso me transforma…
Garras de ave de rapina me dá…
Loucura e precisão de ourives me fornece…
Os meus olhos
perscrutam ávidamente a paisagem nocturna,
que se desenrola por detrás das sombras fugidias
do comboio atrasado…
“Mas,…
Várias…
Filosofia…

Hoje ou amanhã?
Talvez em tempo nenhum…
Talvez nunca…
Talvez sempre…
O artista não é quando pensa que é. Ou então é o maior, se andar no engate. Toda a gente coloca os seus berloques, como penas de pavão da alma eléctrica que as endiabria. Uns é o porsche, outros é o curso ilimitado na maior Enfermaria do mundo, outros é o dinheiro assombroso que tudo dá, ou as mulheres que interessam pela quantidade. Uns dizem que amam em demasia, outros que nunca amaram senão a amargura. Mas toda a gente que coloca as suas penas ao lustro anda a querer engatar alguém...
Camaradas, a falência do intelecto enquanto entidade abstracta e própria de cada um, a falência da acção como processo de construção de algo que caracteriza a qualidade de um ser, a falência do processo homem enquanto detentor da máxima inteligência, logo da máxima verdade, esta falência enorme, é a vossa. Sim, porque de facto neste preciso momento riem-se do que leram ou olham para o outro.
Juca Pimentel - Casio SA-5:pg:2001.
Pianíssimo alcoólico no Casio SA-5 improvisado. Betereb-es. We can forget love & o piano é um instrumento de eleição pelo tempo fora do mastro-jazzOFF. We can't forget love & olhos fechados em tardes de primavera, fecundos, amenos, lentos, vagos, lama. Amal! Uno e carrega-se nas teclas uma a uma, às vezes duas a duas, às vezes mais, com toda a técnica e mais Uma. Olha-se a janela e o Sol is falling. Ganza-se o olhar e a janela cai antes. SA-57. Virtude. Minur foi um pássaro que encantou a corte de Sirah, a casta mais bela de todas as vinhateiras moçoilas. Enfim livre de qualquer mortandade a vinha subiu ao monte Jazz e descendeu. Descentou-se e a partir daqui entra o aleatório. Mil batimentos no fusco. Sempre a parir na teoria tecnológica e cortante na periferia do anal. Sempre a parir. Trogloditas a escancararem-se em tronos e dísticos partidos, e selvajarias a condizer e a soerguer: mais! We & transumância do terreno.
Escrevo em desalento fortes sonhos castrados por mim Incógnitos de cor verde que me penetram para logo me Despejarem dor e acidez nos cabelos velhos e deslavados Que eu sei serem meus na escuridão do meu ventre só Estou ameno, colhido na turva água do dia findo Finalmente no arcanjo que chora com o gelo Nas suas mãos doidas de espinhos a fremir Ferozes pilares que se encontram adormecidos por baixo dos corpos Dos olhos de jóias perfuradas na noite pobre do meu querer
E se eu fosse a mais bela de todas as mulheres, o mais doce de todos os seres, a mais terna das criaturas, o que faria com tanto? Se não te tivesse a ti para me contemplar! E no entanto… não sou tudo isto, não sou nada disto, mas tu fazes-me sentir como tal. E tenho-te por efémeros momentos em Luas já altas, sendo a despedida sempre tão dolorosa e desajeitada. Parece prenunciar um fim inevitável, quando o que eu quero é apenas existir em ti!
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