A Stranger Paradise

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Bórgia Ginz

Ansiamos a instituição da livre circulação e transmissão de objectos da criação intelectual abstracta. O Homem não é; o Homem é uma potência do que pode vir a ser. E nós ambicionamos o Homem-outro. Nós não nos baseamos nas velhas teorias. Nós não nos baseamos em nada. Construimos realidade. A nossa.

astrangerparadise.com

 

Joséphine Muller

De jour en jour le besoin s'impose d'avantage. Il ne se prête plus guère à une considération détachée. La stylistique appliquée n'est pas l'observation du réel.

astrangerparadise.com/josephinemuller

 

Ian Linter

Non musika Excentrica IN! For electronikal renoise Key. Submit Random Science & reduction. Overflow cast Numar is for Den emon exp & la mort pour Vitas body convolution.

astrangerparadise.com/ianlinter

 

Juca Pimentel

Eu olho para Ti, e tenho medo, minha querida… Eu vejo-Te despida num sonho purpúreo e diabólico, e sinto nojo… e sinto vontade de vomitar, meu amor….

omnicorn.com/jp

Radio schedule

Tue May 23 @15:00 - 05:00PM
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Wed May 24 @15:00 - 05:00PM
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Thu May 25 @15:00 - 05:00PM
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Thu May 25 @20:00 - 08:59PM
O coleccionador de sons

Fri May 26 @15:00 - 05:00PM
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offb028 Ian Linter - Epsilonia - A Stranger Paradise
offb002 IS KYA - Vütszen - A Stranger Paradise

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Juca Pimentel - Estilhaços lunares : produções Ganza : 1997 : Length: 45 minutes 56 seconds : pganza.com

A barbaridade está para a morte como a morte está para o homem. Anis cruéis, visíveis no chão. Pintado de fresco. Sem manchas que não as propositadamente, pela alma, lá colocadas. Anis cruéis. Se soubessem o tempo que leva a medir um sonho. Não há tempo que chegue. Nunca se tem tempo. Ele está sempre a menos no processo do lado esquerdo. Sei qual o processo e não quero esse processo sempre e sempre mais e nunca sempre mais. Lanicídios cruéis.
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Juca Pimentel:2011:pG

Live at Le Placard Festival, Sèvres 2011.

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Oi Kundra na noite subida, espetada em fundo. Nas tuas planificações de híbrida alongas os espantos das horas e dos pontos anunciantes, os da espiral em ondas de mar e sonho. Nos tormentos suícidas dos anjos cantantes na contra-lua a matéria se infinda pelo vasto olhar dos Lapónios marantes. Amealhados cantantes das brumas fecundas pelo olhar moreno. Oi Kundra nas guitarras famintas e cartias nas esperas, nos fundos, no min.

Live recorded at Le Placard - Sèvres Vision Sonique 2010
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Juca Pimentel:2008:pG.
Guitarra anestesiada em sentido fundo. The beauty of paradigms. Imenso descer dos sentidos em revolta suprema pelo sempre Não. The beauty of strangeness. Regressão aritmética profunda. The beauty of shadows.
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Juca Pimentel - Casio SA-5:pg:2001.
Pianíssimo alcoólico no Casio SA-5 improvisado. Betereb-es. We can forget love & o piano é um instrumento de eleição pelo tempo fora do mastro-jazzOFF. We can't forget love & olhos fechados em tardes de primavera, fecundos, amenos, lentos, vagos, lama. Amal! Uno e carrega-se nas teclas uma a uma, às vezes duas a duas, às vezes mais, com toda a técnica e mais Uma. Olha-se a janela e o Sol is falling. Ganza-se o olhar e a janela cai antes. SA-57. Virtude. Minur foi um pássaro que encantou a corte de Sirah, a casta mais bela de todas as vinhateiras moçoilas. Enfim livre de qualquer mortandade a vinha subiu ao monte Jazz e descendeu. Descentou-se e a partir daqui entra o aleatório. Mil batimentos no fusco. Sempre a parir na teoria tecnológica e cortante na periferia do anal. Sempre a parir. Trogloditas a escancararem-se em tronos e dísticos partidos, e selvajarias a condizer e a soerguer: mais! We & transumância do terreno.
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