A Stranger Paradise

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Bórgia Ginz

Ansiamos a instituição da livre circulação e transmissão de objectos da criação intelectual abstracta. O Homem não é; o Homem é uma potência do que pode vir a ser. E nós ambicionamos o Homem-outro. Nós não nos baseamos nas velhas teorias. Nós não nos baseamos em nada. Construimos realidade. A nossa.

astrangerparadise.com

 

Joséphine Muller

De jour en jour le besoin s'impose d'avantage. Il ne se prête plus guère à une considération détachée. La stylistique appliquée n'est pas l'observation du réel.

astrangerparadise.com/josephinemuller

 

Ian Linter

Non musika Excentrica IN! For electronikal renoise Key. Submit Random Science & reduction. Overflow cast Numar is for Den emon exp & la mort pour Vitas body convolution.

astrangerparadise.com/ianlinter

 

Juca Pimentel

Eu olho para Ti, e tenho medo, minha querida… Eu vejo-Te despida num sonho purpúreo e diabólico, e sinto nojo… e sinto vontade de vomitar, meu amor….

omnicorn.com/jp

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RTP - JAE - A Stranger Paradise
offb007 dnasnow/mouseup - 7 - A Stranger Paradise

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Airf'Auga - 34

Juca Pimentel

 

 

OFF/BRUMA would like to thank all the beautiful dreamers who gave substance to this album.



In June 2010 Juca Pimentel meets Samuel Ufus near Pompidou Center in Paris. Later they are joined by Joséphine Muller. 3029 is the record of this encounter.

Temos o sonho entalado no meio dos nossos dentes amarelecidos pelo tempo. Temos toda a nossa intelectualidade metafísica dispersada na imensa miserabilidade do nosso corpo, e com isso sofremos todas as atrocidades que nos fazem arredar passo de toda a “outra” humanidade. O exagero das formas passa por ser hoje em dia uma verdadeira instituição comportamental, toda de beleza feita nas faces frescas dos jovens. Mas, até quando a juventude?, sendo que ela não é um posto vitalício? Não há explicação para a “criancice”. A não ser que a palavra mais correcta seja “sacanice”.
É febril
a sede de existência,
e o desejo de nojo e vis pensamentos.
Sangrentos ocasos de miséria e luxo!
Anseio
por mortes perenes e lívidas de desespero,
crónicos olhares de luxúria ao virar
de cada esquina.
Fusis quebrados. O homem tende a ser encaminhado pelo outro. Um lado a lado com a miséria do outro. A inversão do erro não se dá. O espírito da discussão crítica das sonoridades interiores não se dá. A transmissão acontece na periferia do nojo. Roupa suja. Mental. Variações sem sentido do amor-próprio que mata o único condensamento possível: a irrealização atómica, supra-sonho, e além túmulo. Queimaduras? Nem por isso. Colocações senis e aprofundamentos ligeiros. No assombramento da consciência única que tornada Kitsh se manda "daqui" para "mim". Anulamentos nada subtis. Periferias da zona. Um comércio das sensações básicas. Contratatempos fracos. Misérias condensadas.
O artista não é quando pensa que é. Ou então é o maior, se andar no engate. Toda a gente coloca os seus berloques, como penas de pavão da alma eléctrica que as endiabria. Uns é o porsche, outros é o curso ilimitado na maior Enfermaria do mundo, outros é o dinheiro assombroso que tudo dá, ou as mulheres que interessam pela quantidade. Uns dizem que amam em demasia, outros que nunca amaram senão a amargura. Mas toda a gente que coloca as suas penas ao lustro anda a querer engatar alguém...
Camaradas, a falência do intelecto enquanto entidade abstracta e própria de cada um, a falência da acção como processo de construção de algo que caracteriza a qualidade de um ser, a falência do processo homem enquanto detentor da máxima inteligência, logo da máxima verdade, esta falência enorme, é a vossa. Sim, porque de facto neste preciso momento riem-se do que leram ou olham para o outro.
Juca Pimentel:2008:pG.
Guitarra anestesiada em sentido fundo. The beauty of paradigms. Imenso descer dos sentidos em revolta suprema pelo sempre Não. The beauty of strangeness. Regressão aritmética profunda. The beauty of shadows.
Juca Pimentel - Casio SA-5:pg:2001.
Pianíssimo alcoólico no Casio SA-5 improvisado. Betereb-es. We can forget love & o piano é um instrumento de eleição pelo tempo fora do mastro-jazzOFF. We can't forget love & olhos fechados em tardes de primavera, fecundos, amenos, lentos, vagos, lama. Amal! Uno e carrega-se nas teclas uma a uma, às vezes duas a duas, às vezes mais, com toda a técnica e mais Uma. Olha-se a janela e o Sol is falling. Ganza-se o olhar e a janela cai antes. SA-57. Virtude. Minur foi um pássaro que encantou a corte de Sirah, a casta mais bela de todas as vinhateiras moçoilas. Enfim livre de qualquer mortandade a vinha subiu ao monte Jazz e descendeu. Descentou-se e a partir daqui entra o aleatório. Mil batimentos no fusco. Sempre a parir na teoria tecnológica e cortante na periferia do anal. Sempre a parir. Trogloditas a escancararem-se em tronos e dísticos partidos, e selvajarias a condizer e a soerguer: mais! We & transumância do terreno.
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