A Stranger Paradise


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Paris, Berlim, Casablanca,
casa branca e o cão.
Um sonho
que se esfuma,
um apocalipse
que se dispersa interiormente e fora.
Sentado estava num café esperando que as horas passassem rapidamente, objectivo que quanto mais nele pensava mais fustrantemente verificava ser impossível alcançar; conversava com alguns conhecidos acerca da meteorologia e de quais seriam as previsões para os próximos dias… enfim, banalidades!
É noite.
Nada segue o passo inseguro
que esboças suavemente no ladrilho poeirento
da tua alma.
Aconchegas a súplica errante da morte.
Orquestras o animal latente
que em ti geme e vocifera:
“Hei, Maldoror! Levas aí a tua dor?”
Forte como um touro raivoso me transforma…
Garras de ave de rapina me dá…
Loucura e precisão de ourives me fornece…
Os meus olhos
perscrutam ávidamente a paisagem nocturna,
que se desenrola por detrás das sombras fugidias
do comboio atrasado…
“Mas,…
Várias…
Filosofia…

Hoje ou amanhã?
Talvez em tempo nenhum…
Talvez nunca…
Talvez sempre…
Fusis quebrados. O homem tende a ser encaminhado pelo outro. Um lado a lado com a miséria do outro. A inversão do erro não se dá. O espírito da discussão crítica das sonoridades interiores não se dá. A transmissão acontece na periferia do nojo. Roupa suja. Mental. Variações sem sentido do amor-próprio que mata o único condensamento possível: a irrealização atómica, supra-sonho, e além túmulo. Queimaduras? Nem por isso. Colocações senis e aprofundamentos ligeiros. No assombramento da consciência única que tornada Kitsh se manda "daqui" para "mim". Anulamentos nada subtis. Periferias da zona. Um comércio das sensações básicas. Contratatempos fracos. Misérias condensadas.
O artista não é quando pensa que é. Ou então é o maior, se andar no engate. Toda a gente coloca os seus berloques, como penas de pavão da alma eléctrica que as endiabria. Uns é o porsche, outros é o curso ilimitado na maior Enfermaria do mundo, outros é o dinheiro assombroso que tudo dá, ou as mulheres que interessam pela quantidade. Uns dizem que amam em demasia, outros que nunca amaram senão a amargura. Mas toda a gente que coloca as suas penas ao lustro anda a querer engatar alguém...

Estruturas & utilizador III - Tópicos




A estrutura dos dois pontos apoiados no terceiro. A estrutura dos três pontos. As ligações fortes estabelecem-se pelo contacto e primazia dos dois sobre o terceiro. A questão é: quais dois se unem para contrabalançar o terceiro. Unem-se dois a dois alternadamente.

 

O Espaço interior com fuga de volume - IN-OUT




O corte do espaço dá-se pela sobreposição física do volume interior à dualidade da dimensão exterior. O conceito obriga a não haver essa distanciação, ou melhor, perda de volume quando se passa do interior para o exterior.

 

(Assim, partindo do exterior, o espaço interior pode ser "reconstruído" de forma a haver sempre a noção volumétrica no utilizador.)

 

A relação existente entre a esfera interior e a esfera exterior é determinada pelo efeito sombra e reutiliza o termo OUT para lhe dar o mesmo significado volumétrico. Na equação da estrutura entram também as seguintes variáveis:

- Dispersão radial positiva, ao nível do aumento da projecção espacial onde se insere o utilizador. A parte física do utilizador projecta-se para o seu exterior. A sensação de flutuo do objecto é permanente.

- Dispersão radial negativa, ao nível da concentração do espaço físico determinada pelo centro (o centro não é o centro geométrico, mas a coordenada onde se encontra o utilizador). A parte física do exterior projecta-se na sensibilidade física do utilizador.

 

A relação existente entre a esfera exterior e a esfera interior é determinada pelo efeito luz e reutiliza o termo IN para lhe dar o mesmo significado volumétrico. Na equação da estrutura entram as mesmas variáveis acima, passando a Dispersão radial negativa a positiva, e a dispersão radial positiva a negativa.

 

 

 

 

in Estruturas assimiladas



Camaradas, a falência do intelecto enquanto entidade abstracta e própria de cada um, a falência da acção como processo de construção de algo que caracteriza a qualidade de um ser, a falência do processo homem enquanto detentor da máxima inteligência, logo da máxima verdade, esta falência enorme, é a vossa. Sim, porque de facto neste preciso momento riem-se do que leram ou olham para o outro.
Juca Pimentel:2008:pG.
Guitarra anestesiada em sentido fundo. The beauty of paradigms. Imenso descer dos sentidos em revolta suprema pelo sempre Não. The beauty of strangeness. Regressão aritmética profunda. The beauty of shadows.
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