Le Neuroplasma Chronovribrant – Live for Placard
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play_circle_filled 01. Le Neuroplasma Chronovibrant - Live for Placard
Abnot Kraz,AQz,Joséphine Muller,Ian Linter

A religião para os religiosos, a ciência para os cientistas. O que assim não for redunda em erro crasso de desapropriação. A impossibilidade da determinação do erro existencial sobre a sabedoria, empírica ou abstracta, implica o afastamento, daquele que não quer errar, de toda a “verdade” por ele não constatada.
Labaredas que se afogam para dar vida terra que sente demasiado a sua lenta secura. Numismática. Olhos polares. Frenesins.
Os miseráveis tombam pelas praias daninhas
de tempos imemoriais
Furtam o vento com as pontas dos cabelos em desalinho
e procriam o efémero como se fosse uma mulher
Nas cidades estão os cheios de amor.
Como eles cantam os olhos na noite,
os sentidos na noite,
os mortos na noite,
e as miragens da além noite,
da cor toda no negro da noite apunhalada!,
mas como os olhos são mesmo
a noite dos sentidos mortos por punhais, miragens!
Vivo na indulgência.
Tremo o acaso que atormenta
a outra geração.
Louvam os salmos!
Sanguessugas.
Esperar as coisas é tão fácil.
Meto as mãos nos bolsos, sem fundo, como costume, ou com o fundo premeditado do meu elementar vazio, aquele que me perturba e dilacera como um boi. Assassinar o quotidiano como fazer amor ao Sol, eis o que me resta, neste tempo de nuvens e frio negro.
De facto, as forças produtivas, por si só, não conseguem determinar a sua necessidade. Isto é, a sua necessidade será apenas valorativa sob o ponto de vista da sua orientação, do objecto final da sua actividade, e não como dogma assumido no seio da inércia: um operário é, logo existe. A ser assim, será satisfeita apenas a necessidade dos orientadores das forças produtivas, dos detentores únicos do capital.
Um odor matinal é o teu véu, e nas tuas pernas tens a luz do encanto pleno.