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	<title>A Stranger Paradise</title>
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	<description>strange frequencies for normal people</description>
	<lastBuildDate>Mon, 03 Apr 2023 21:19:15 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A religião para os religiosos, a ciência para os cientistas</title>
		<description><![CDATA[<p>A religião para os religiosos, a ciência para os cientistas. O que assim não for redunda em erro crasso de desapropriação. A impossibilidade da determinação do erro existencial sobre a sabedoria, empírica ou abstracta, implica o afastamento, daquele que não quer errar, de toda a “verdade” por ele não constatada.</p>
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		<title>O degredo da penumbra</title>
		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>A natureza da carne é bem mais complexa do que a do espírito</title>
		<description><![CDATA[<p>Labaredas que se afogam para dar vida  terra que sente demasiado a sua lenta secura. Numismática. Olhos polares. Frenesins.</p>
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		<title>Anemómetro de pedra perfurada pelo teu semblante</title>
		<description><![CDATA[<p>Os miseráveis tombam pelas praias daninhas<br />
de tempos imemoriais<br />
Furtam o vento com as pontas dos cabelos em desalinho<br />
e procriam o efémero como se fosse uma mulher</p>
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		<title>O Anjo matante</title>
		<description><![CDATA[<p>Nas cidades estão os cheios de amor.<br />
Como eles cantam os olhos na noite,<br />
os sentidos na noite,<br />
os mortos na noite,<br />
e as miragens da além noite,<br />
da cor toda no negro da noite apunhalada!,<br />
mas como os olhos são mesmo<br />
a noite dos sentidos mortos por punhais, miragens!</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Alsa Marítima</title>
		<description><![CDATA[<p>Vivo na indulgência.<br />
Tremo o acaso que atormenta<br />
a outra geração.<br />
Louvam os salmos!<br />
Sanguessugas.<br />
Esperar as coisas é tão fácil.</p>
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	<item>
		<title>Zero Zero &#038; Necrocyber</title>
		<description><![CDATA[<p>Meto as mãos nos bolsos, sem fundo, como costume, ou com o fundo premeditado do meu elementar vazio, aquele que me perturba e dilacera como um boi. Assassinar o quotidiano como fazer amor ao Sol, eis o que me resta, neste tempo de nuvens e frio negro.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>II</title>
		<description><![CDATA[<p>De facto, as forças produtivas, por si só, não conseguem determinar a sua necessidade. Isto é, a sua necessidade será apenas valorativa sob o ponto de vista da sua orientação, do objecto final da sua actividade, e não como dogma assumido no seio da inércia: um operário é, logo existe. A ser assim, será satisfeita apenas a necessidade dos orientadores das forças produtivas, dos detentores únicos do capital.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/ii</link>
			</item>
	<item>
		<title>Um odor matinal é o teu véu</title>
		<description><![CDATA[<p>Um odor matinal é o teu véu, e nas tuas pernas tens a luz do encanto pleno.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/producoes-ganza/musas/airf-auga/airfauga-5/um-odor-matinal</link>
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	<item>
		<title>Caralho</title>
		<description><![CDATA[<p>Disperso-me no ridículo.<br />
Mas com uma garrafa de vinho á minha frente.<br />
Isto de ser ridículo<br />
tem que ser bem regado com álcool tinto.<br />
Para que dê cor e ambiência.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>A arte é a sublimação do engate</title>
		<description><![CDATA[<p>O artista n&#227;o &#233; quando pensa que &#233;. Ou ent&#227;o &#233;  o maior, se andar no engate. Toda a gente coloca os seus berloques, como penas  de pav&#227;o da alma el&#233;ctrica que as endiabria. Uns &#233; o porsche, outros &#233; o curso  ilimitado na maior Enfermaria do mundo, outros &#233; o dinheiro assombroso que tudo  d&#225;, ou as mulheres que interessam pela quantidade. Uns dizem que amam em  demasia, outros que nunca amaram sen&#227;o a amargura. Mas toda a gente que coloca  as suas penas ao lustro anda a querer engatar algu&#233;m...</p>
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	<item>
		<title>Antes morto que mal vivo</title>
		<description><![CDATA[<p>Antes morto que mal vivo. O tempo é apenas o resíduo da nossa memória mais violenta, evolui segundo a expectativa que dela nasce, e assim morre, quando o desencanto surge no limiar da porta. Os olhos todos do abismo estão presentes nesse belo momento. O microsegundo eterno do adeus.<br />
As sombras que eu deposito no passeio que me acolhe estão gastas demais para daí retirar qualquer conveniência. Eu próprio me afundei na constatação do final urgente, da misericórdia sem meios capazes, no azul dos olhos que são castanhos. Não importa se o final tem mesmo um fim, ou se é apenas mais um adiar constante e firme sem ser convincente, ou se a mente apenas procria as imensidões sem as poder antever no corpo. O caso não é para agonias nem pesares. Tudo pode ser corrigido. Um gesto. Um olhar.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Objecto criativo versus amplexo masturbatório</title>
		<description><![CDATA[<p>O objecto da criação é normalmente confundido com o retorno em forma de cagalhoto que da sua realização se obtém. O fantasma dos protótipos, assumidos no seio do grupo, aquele que se regenera em turbina através dos tempos e que reclama existência em revolta, esse mito da prosperidade cultural, é a versão mais acabada e aproximadamente perfeita da moca pré-histórica que tantos estragos causou nas primeiras famílias homnídeas: devassa tudo e todos que da sua beira se aproximam.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Merda para o tempo</title>
		<description><![CDATA[<p>Merda para o tempo... Não sei o que fazer: sentar-me ou quedar-me deitado, a ouvir o vento a bater na vidraça. O dia está-me no sangue como se tratasse de poeira, não o sinto, excluído está de tão fútil ser. Mas está-me no sangue. E por isso mesmo fico alheado e exaltado ao mesmo tempo, pois que tudo me ameaça cair em cima dos ombros já bem pesados. Tenho vontade de correr os cem metros! Mas as forças abandonam-me já, estando ainda o desejo tão próximo. O desejo...  Tudo o que nós ambicionamos com o punho viscoso do nosso querer, tudo o que se afasta enquanto nos aproximamos demais. É o excesso que nos deixa alheados.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/merda-para-o-tempo</link>
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	<item>
		<title>Manifesto caralhótico</title>
		<description><![CDATA[<p>Camaradas, a falência do intelecto enquanto  entidade abstracta e própria de cada um, a falência da acção como processo de  construção de algo que caracteriza a qualidade de um ser, a falência do  processo homem enquanto detentor da máxima inteligência, logo da <em>máxima verdade</em>, esta falência enorme, é  a vossa. Sim, porque de facto neste preciso momento riem-se  do que leram ou olham para <em>o</em> <em>outro</em>.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/manifesto-caralhotico</link>
			</item>
	<item>
		<title>Café</title>
		<description><![CDATA[<p>No salão do café só estão agora alguns casais de idosos. Parece-me estar na fronteira de dois mundos que não coexistem de uma forma harmoniosa. Do lado de fora do café vagueiam os seres apressados, de objectivos bem definidos e ansiosos. Os jovens. No lado de dentro permanecem os idosos, cuja vida passou em frente a seus olhos sem deixar as marcas de uma missão. Eu estou bem encostado à montra, com uma janela enorme, com os olhos postos nas pessoas que passam lá fora, mas com a alma bem dentro da escuridão do salão. Sinto-me, (que absurdo eu sentir-me assim), o fiel da balança que nunca se equilibra, pois o peso morto da velhice é bem mais leve que todas as vidas que ainda viverão até ao futuro.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Osmose tratus</title>
		<description><![CDATA[<p>A partir do momento em que o desfazamento entre o indivíduo comum e a tecnologia seja tão grande que não há outra hipótese senão a de haver intermediários pagos, como quase é agora, está tudo fodido…</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/osmose-tratus</link>
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	<item>
		<title>Memória</title>
		<description><![CDATA[<p>A memória perdura na minha mente. Ainda... Faltam os acasos todos subtis, para que o assombro do sentir se volte para mim e me faça vibrar no escuro do meu quarto escuro.</p>
<p>Como todas as coisas que se fazem amenamente, o vicio já não tem a sua conta de maravilha, ele eclipsou-se para sempre em vagas de sonho inconcreto, velho, menos amoroso do que a rocha mais dura e inviolada. É a miséria a vibrar os seus golpes cruéis e certeiros.</p>
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	<item>
		<title>O encontro</title>
		<description><![CDATA[<p>Eu tinha chegado há pouco àquela cidade, devido à necessidade de conseguir trabalho, isto depois de uma breve passagem pelas salas escuras e anónimas de uma pequena instituição de ensino superior do interior, quando conheci S. e aquele grupo heterogéneo de amigos no meio do qual eu agora me passeava. Eu era de qualquer forma um estranho, um out-sider naquela cidade, eu, que conhecia o mundo através dos livros que lia, vivendo até então uma vida ascética e inóqua de prazeres modernos. De maneira que toda aquela grandiosidade das formas exercia uma espécie de fascínio sobre mim, apesar de nos primeiros tempos a dificuldade em me adaptar fosse quase penosa e me fizesse ter vontade de fugir, de escapar das pessoas e dos seus tentáculos de amizade. Até que conheci S., durante um episódio assaz singular.</p>
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		<title>Estruturas &#038; utilizador III</title>
		<description><![CDATA[]]></description>
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			</item>
	<item>
		<title>Apenas solidão</title>
		<description><![CDATA[<p>Anton era um contratante, uma espécie de laboral perfilhado pela míngua do desejo, que suspirava modos de ternura através de papéis escritos sem cores, e avivava toda a memória de quem ansiava por mais qualquer coisa. Ele um dia aspirou possuir um desejo, ele que a tantos dava resposta.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/apenas-solidao</link>
			</item>
	<item>
		<title>Pedra</title>
		<description><![CDATA[<p>O que fazer aqui na morte sagrado dos Budas do Oriente maior,<br />
Nas pirâmides não destruídas,<br />
Famintas de maiores sonos e guerras,<br />
Poluidoras do entre-cruzamento da real categoria dos espasmos<br />
E dos medos como uma peneira sagrada,<br />
O que fazer aqui quando ainda se treme de frio.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Calores Nocturnos</title>
		<description><![CDATA[<p>Não pensem que o medo é único<br />
quando não se consegue medir.<br />
A ignorância também contribui para os aumentos.<br />
Qual subtilezas, qual quê? Eu vim cá para fora.<br />
Toda a gente grita.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/calores-nocturnos</link>
			</item>
	<item>
		<title>Permissões sexuais no conteúdo</title>
		<description><![CDATA[<p>O homem saiu para a noite. Silencios tenebrosos esperavam ao fim da escada que surgia ali. Quando ele-homem saiu toda a noite tinha caído. Sabemos bem como todos os homens que se procriam na noite saem estúpidos.</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Diferente</title>
		<description><![CDATA[<p><em>-Eu sou diferente de todos os homens que poderás encontrar.<br />
-Todos os homens são diferentes...<br />
-Mas eu sou diferente até naquilo que os outros são iguais.<br />
-Podias concretizar?<br />
-Tu, por exemplo. Amo-te, julgo sabê-lo. E assim, nunca te conseguirei deixar. Faltar-me-ão sempre as forças para dar o último passo.<br />
-Eu sei. É por isso que te acho um fraco.<br />
</em></p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/diferente</link>
			</item>
	<item>
		<title>Parede nua</title>
		<description><![CDATA[<p>Descanso a cabeça de encontro à parede nua. Vejo assim mais nitidamente o meu futuro impossível, o sonho destravado e inútil dos meus desejos antigos. Toda a miséria da minha existência inunda agora os poros entupidos da minha pele ressequida e vencida pelo tempo. Não mais do que uma pequena solidez nos punhos e na face, não mais do que um pedaço de esforço vão e sôfrego, vão e inútil, como se estas palavras tivessem significados diferentes. Não vejo a minha sombra no asfalto da rua. Porque será? Não fosse noite na minha alma e tentaria responder a esta pergunta.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/parede-nua</link>
			</item>
	<item>
		<title>Zerox NON</title>
		<description><![CDATA[<p>Aqui morto eu!<br />
Façam de mim a penúria maior!<br />
Cantem os sinos de tronos partidos!<br />
A rebate os mortos da forca maior!<br />
Forca!<br />
Para mim aqui morto eu!</p>
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			</item>
	<item>
		<title>Airf&#8217;Auga 4</title>
		<description><![CDATA[<div style="text-align:center">Metalurgia – Juca Pimentel</p>
<p>Bronssi</p>
<p>THX – Sofia Bravo</p>
<p>Suicidiária e outros poemas – Bórgia Ginz</p>
<p>Venus of Kazabäika</p>
<p>Contos Normais – Bórgia Ginz</p>
<p><strong>Capa e THX Series – Sofia Bravo</strong></div>
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		<link>https://astrangerparadise.com/airfauga-4</link>
			</item>
	<item>
		<title>O Conde</title>
		<description><![CDATA[<p><em>O Conde era muito moreno. Adivinhavam-se na sua cor e traços certos vestígios de uma qualquer raça arábica, como muitas que se encontram pela França inteira. Tinha o peito repleto de pêlos, uns pêlos rijos e fortes, que faziam ressoar um certo timbre de sussurro quando raspavam os meus, mais suaves. Os braços dele eram cheios, todos empanturrados de sensualidade; pareciam amarras de bons portos, sempre prontos a nos recolher e confortar. Apresentava uma leve barriga proeminente, que supus ser o efeito de exagero na bebida. As pernas eram lindas. Com os músculos todos certos, sem exagero, suaves. </em></p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/o-conde</link>
			</item>
	<item>
		<title>Juca Pimentel</title>
		<description><![CDATA[<p>Decidi acender um cigarro, quando entrou no café um indivíduo de baixa estatura e aspecto desleixado que se dirigiu apressadamente para o balcão e logo se pôs a gritar para o empregado que o fora atender, tornando-se totalmente impossível não o deixar de ouvir:<br />
-Eu sei que o senhor tem pouca consideração por mim! Não, não diga nada, pois eu vejo-o nos seus olhos! Estava eu ainda desinteressado de tudo isto a que chamam “ir a um café” e já me vem o senhor abeirar-se e perguntar o que quero. Eu não quero nada! Eu só quero estar aqui!</p>
<p>The post <a href="https://astrangerparadise.com/o-anormal-juca-pimentel">Juca Pimentel</a> first appeared on <a href="https://astrangerparadise.com">A Stranger Paradise</a>.</p>]]></description>
		<link>https://astrangerparadise.com/o-anormal-juca-pimentel</link>
			</item>
	<item>
		<title>S</title>
		<description><![CDATA[<p>- Acreditas na beleza?  - Acredito na minha beleza, e na dos filhos que terei mais tarde.  - És muito narcisista. - Não! Sou apenas uma mulher deste século, alguém que deixou de acreditar em qualquer coisa que não ela própria. Aliás… como toda a gente que conheço. Eu só te digo as coisas desta maneira para te fazer ver as coisas como elas são hoje em dia. Se perguntasses a uma Antonieta ou a um Jeraldino qualquer, eles responderiam invariavelmente da mesma forma: eu, mim, minha… Se não fosse assim, as pessoas amar-se-iam todas, e isso seria insuportável, um verdadeiro suplício.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/s</link>
			</item>
	<item>
		<title>A Força</title>
		<description><![CDATA[<p><em>Em quê que se revela a força de uma pessoa? Nas suas acções, talvez. Na sua maneira de estar, talvez. Ou então em pequenos pormenores de ocasião, tal como a maneira como saúda alguém que já não vê há muito tempo, ou como ergue a taça de vinho à altura dos lábios para uma golada rápida. Ou então, na maneira como ama e facilmente esquece...</em></p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/a-forca</link>
			</item>
	<item>
		<title>H</title>
		<description><![CDATA[<p>H. pousou a caneta e olhou pela janela. A noite caíra decerto há muito, a penumbra do quarto deixava-o enleado pela ténue luz do candeeiro. O quarto era grande. Havia ao longo de toda uma parede uma série de prateleiras cheias de pó, onde os livros se amontoavam de uma forma pouco arrumada, livros velhos a maior parte, com as lombadas gastas e de aspecto barato.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/h</link>
			</item>
	<item>
		<title>Metalurgia, por Juca Pimentel</title>
		<description><![CDATA[<p>Ali vai ele,<br />   o coito!<br />   Ali vai ela,<br />   a sombra!<br />   Om os meus  olhos negros de panos<br />   de censos e  fúteis enganos<br />   o último take  da tua enodora exctimada, lodora,<br />   tútril,  enxangue, ólida, quesh´ra, parfidean, lockia,<br />   loucura.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/metalurgia-por-juca-pimentel</link>
			</item>
	<item>
		<title>Necror</title>
		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/necror</link>
			</item>
	<item>
		<title>Bronssi</title>
		<description><![CDATA[<p>My body despedaçado<br />   anseia pela tua existência.<br />   Leve suave brisa do mar.<br />   Não te amo de uma maneira <br />   vã,<br />   não te quero na comodidade <br />   do meu abraço.<br />   Quero-te violenta nos sonhos do amor.</p>
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		<link>https://astrangerparadise.com/bronssi</link>
			</item>
	<item>
		<title>Poesia do Nul</title>
		<description><![CDATA[<p>Poentes caídos na lama<br />
e ventos futuros em rama:<br />
tudo isso congemina a minha<br />
alma de desaguçado e em frente morte.<br />
Num embalo tétrico quanto sublime porque deixa rasto.</p>
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	<item>
		<title>A antropofagia humana como condensação única, por Juca Pimentel</title>
		<description><![CDATA[<p>Fusis quebrados. O homem tende a ser encaminhado pelo outro. Um lado a lado com a miséria do outro. A inversão do erro não se dá. O espírito da discussão crítica das sonoridades interiores não se dá. A transmissão acontece na periferia do nojo. Roupa suja. Mental. Variações sem sentido do amor-próprio que mata o único condensamento possível: a irrealização atómica, supra-sonho, e além túmulo. Queimaduras? Nem por isso. Colocações senis e aprofundamentos ligeiros. No assombramento da consciência única que tornada Kitsh se manda "daqui" para "mim". Anulamentos nada subtis. Periferias da zona. Um comércio das sensações básicas. Contratatempos fracos. Misérias condensadas.</p>
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		<title>Chuva Sobre Violetas</title>
		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
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		<title>THX, por Sofia Bravo</title>
		<description><![CDATA[<p>E se eu fosse a mais bela de todas as mulheres, o mais  doce de todos os seres, a mais terna das criaturas, o que faria com tanto? Se  não te tivesse a ti para me contemplar! E no entanto… não sou  tudo isto, não sou nada disto, mas tu  fazes-me sentir como tal. E tenho-te por efémeros momentos em Luas já altas,  sendo a despedida sempre tão dolorosa e desajeitada. Parece prenunciar um fim  inevitável, quando o que eu quero é apenas existir em ti!</p>
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		<title>Cristalz</title>
		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
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		<title>Suicidiária e outros poemas, por Bórgia Ginz</title>
		<description><![CDATA[<p>Escrevo em desalento fortes sonhos castrados por mim Incógnitos de cor verde que me penetram para logo me Despejarem dor e acidez nos cabelos velhos e deslavados Que eu sei serem meus na escuridão do meu ventre só Estou ameno, colhido na turva água do dia findo Finalmente no arcanjo que chora com o gelo Nas suas mãos doidas de espinhos a fremir Ferozes pilares que se encontram adormecidos por baixo dos corpos Dos olhos de jóias perfuradas na noite pobre do meu querer</p>
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		<title>Árvore do Poeta</title>
		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
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		<title>Venus of Kazabäika</title>
		<description><![CDATA[<p>O’, perco-me Toda!<br />
Entro no Teu Dommynio de Sonho<br />
e és a minha Funesta Maravilha.<br />
Espero pelos Teus Anjos nos braços,<br />
Gótticos Embates na minha Ventura,<br />
e entretenho a minha Virtude<br />
com os Tronos da Tua Pureza de Guerreiro.</p>
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		<title>Oportos Chromaticus</title>
		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Li</title>
		<description><![CDATA[<p>&#160;</p>
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		<title>We</title>
		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Contos Normais, por Bórgia Ginz</title>
		<description><![CDATA[<p>Acordei tarde. Abri a portada de madeira da janela do meu quarto e vi como a noite se aproximava: mais alguns minutos e nada mais haveria do que a própria escuridão. Um sono fácil ter-me-ia rapidamente feito tombar por sobre a cama de lençóis desfeitos, mas quis ver até que ponto ainda dominava os meus músculos, e em verdadeiro esforço dirigi-me até à sala e retirei o maço de tabaco do bolso do casaco.</p>
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		<title>Airf&#8217;Auga 2</title>
		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Água Fria</title>
		<description><![CDATA[<p>A  mente é por natureza um poço de perversão. A supressão das mais elementares  ilusões, que nos vibram golpes de encanto de vigor esplendoroso, significa a  estupidificação de tudo o que nos faz ser e estar. Antes estar morto que mal  vivo. Os cadáveres não procriam deformações. E a maior enfermidade dos grous da  modernidade é serem eles tão somente a sua própria negação.</p>
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	<item>
		<title>Para um golpe de estado</title>
		<description><![CDATA[<p>Temos o sonho entalado no meio dos nossos dentes  amarelecidos pelo tempo. Temos toda a nossa intelectualidade metafísica  dispersada na imensa miserabilidade do nosso corpo, e com isso sofremos todas  as atrocidades que nos fazem arredar passo de toda a “outra” humanidade. O exagero das formas passa por  ser hoje em dia uma verdadeira instituição comportamental, toda de beleza feita  nas faces frescas dos jovens. Mas, até quando a juventude?, sendo que ela não é  um posto vitalício? Não há explicação para a “criancice”. A não ser que a  palavra mais correcta seja “sacanice”.</p>
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		<title>Sono</title>
		<description><![CDATA[<p>Entrei na morgue no dia mais feliz da minha infância. Os braços esticados,  em forma de sono, impeliam-me majestosamente em direcção ao desconhecido por  que eu tanto ansiava, em formas estridentes de loucura suave e pacífica.  Encontrara pela primeira vez o verme longínquo e latente que me atormentara a  consciência durante tantos anos, e a calma dos meus ossos assombrava a quietude  do meu andar seguro pleno de convicção. Todas as dores em lençóis brancos sujos  de mágoa, que eu visitara no meio do meu sono mais suave, desvaneciam-se agora  sob o efeito de cada passo inclinado na escada sempre a subir do corredor que  antecedia a porta alta e branca, de ferro lacado, pintalgada aqui e ali de  manchas de ferrugem mais velhas do que eu.</p>
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		<title>Crónicas dos olhares por cima dos carros</title>
		<description><![CDATA[<p>-Oh,  vem! Anda para cima de mim! Penetra-me bem fundo! Eu amo-te tanto. Tu nem sabes  como eu te amo tanto, meu querido. Desde o primeiro dia, lembras-te? Estavas tu  parado no apeadeiro do autocarro. Sorrias para uma criança que dançava à tua  frente. E eu, quis logo agarrar esse teu sorriso com os dentes. Eras tão  cândido! Oh! Vem para cá! Fura-me! Anda! Tu olhaste para mim e continuaste a  sorrir, como se a partir desse momento também eu fosse criança, uma criança  bela e despreocupada. Eu logo ali me despedi do mundo para me devotar a ti, meu  amor...</p>
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		<title>Airf&#8217;Auga 1</title>
		<description><![CDATA[<p>Airf'Auga 1 - produzido e editado em 1994.</p>
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		<title>PÁRIAS, por Happuol Osogaarf</title>
		<description><![CDATA[<p>Mas,…<br /> Várias…<br /> Filosofia…</p>
<p> Hoje ou amanhã?<br /> Talvez em tempo nenhum…<br /> Talvez nunca…<br /> Talvez sempre…<br
</p>
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	<item>
		<title>VISÕES, por Zombie</title>
		<description><![CDATA[<p>Forte como um touro raivoso me transforma…<br /> Garras de ave de rapina me dá…<br /> Loucura e precisão de ourives me fornece…<br /> Os meus olhos<br /> perscrutam ávidamente a paisagem nocturna,<br /> que se desenrola por detrás das sombras fugidias<br /> do comboio atrasado…</p>
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		<title>TRÊS POEMAS DE AMOR, por Juca Pimentel</title>
		<description><![CDATA[<p>É febril<br /> a sede de existência,<br />   e o desejo de nojo e vis pensamentos.<br />   Sangrentos ocasos de miséria e luxo!<br />   Anseio<br />   por mortes perenes e lívidas de desespero,<br />   crónicos olhares de luxúria ao virar<br />   de cada esquina.</p>
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	<item>
		<title>MALDITA LITERATURA, por Zombie</title>
		<description><![CDATA[<p>Sentado estava num café esperando que as horas passassem   rapidamente, objectivo que quanto mais nele pensava mais   fustrantemente verificava ser impossível alcançar; conversava com alguns   conhecidos acerca da meteorologia e de quais seriam as previsões para os   próximos dias… enfim, banalidades!</p>
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		<title>ZINUM EXTRA-PEDAFFILIS, por Bórgia Ginz</title>
		<description><![CDATA[<p>É noite.<br />   Nada segue o passo inseguro<br />   que esboças suavemente no ladrilho poeirento<br />   da tua alma.<br />   Aconchegas a súplica errante da morte.<br />   Orquestras o animal latente<br />   que em ti geme e vocifera:<br />   “Hei, Maldoror! Levas aí a tua dor?”</p>
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	<item>
		<title>CRUZAMENTOS</title>
		<description><![CDATA[<p>Paris, Berlim, Casablanca,<br />   casa branca e o cão.<br />   Um sonho<br />   que se esfuma,<br />   um apocalipse<br />   que se dispersa interiormente e fora.</p>
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